Cerca de 20 dias após as enchentes no Rio Grande do Sul, o trabalho de resgate de pessoas diminuiu, mas o salvamento de animais domésticos ainda ocorre diariamente na região metropolitana de Porto Alegre. Em Canoas, no bairro Mathias Velho, um dos mais afetados, barqueiros e veterinários são acionados para resgatar animais presos em telhados.
Um abrigo improvisado no bairro Mathias Velho, mantido por voluntários, já acolheu mais de 2,7 mil animais, principalmente cachorros. Segundo a Defesa Civil estadual, 12.358 animais foram resgatados em todo o estado, muitos dos quais estão em abrigos temporários como o de Canoas.
Os animais serão mantidos lá até que a água baixe e seus tutores possam identificá-los. Após esse período, os animais não reclamados poderão ser disponibilizados para adoção. O abrigo está sendo transferido para um local maior em Canoas, cedido pelo mesmo proprietário, com apoio logístico da prefeitura.
Para facilitar a reunificação de animais com seus tutores, os voluntários criaram a página “Abrigo Pata Molhada” no Instagram, onde divulgam fotos dos animais resgatados e informações sobre doações. Katiuska destaca que a intenção é transformar o abrigo em uma estrutura permanente para continuar cuidando dos animais após a crise.
Com informações da Agência Brasil


